domingo, 7 de junho de 2009

PHP | Página da banda "Bloco do Teodoro"

Criação visual e da programação do site http://blocodoteodoro.com.br desenvolvido em php com sistema de administração protegido por login e senha.


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segunda-feira, 25 de maio de 2009

EDIÇÃO & FOTOGRAFIA | Mini Serra Negra


Fotografia de prédio localizado na cidade de Serra Negra (SP). Trabalho de edição e aplicação do efeito Tilt-Shift que faz a imagem se assemelhar com a foto de uma maquete.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

A curta vida (de uma polaroid)



Mini vídeo:
A curta vida (de uma polaroid)

Produzido no Sony Vegas

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Linha progressiva - 1º resultado com After Effects

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Pela Janela


Pequeno vídeo sobre o que se vê pelas janelas espalhadas pelas cidades grandes.

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ENTREVISTA | Luciana Ferraz

ENTREVISTA COM A COORDENADORA DA BRAHMA KUMARIS NO BRASIL (8/4/2008)

“Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana”, esta é a percepção da socióloga Luciana Ferraz, que seguindo este raciocínio, propõe que a única maneira de atingirmos a felicidade plena é desenvolvendo o lado espiritual. Ela é coordenadora da Brahma Kumaris no Brasil, organização sem fins lucrativos que atua em 110 países promovendo o respeito à vida e a constante aprendizagem da alma para a compreensão do mundo. No Brasil, a Brahma Kumaris promove diversos encontros, cursos, sessões de meditação, entre outras práticas. 

Leia abaixo a entrevista com Luciana, que já ministrou cursos na Índia, Estados Unidos, Europa e América Latina sobre assuntos diversos como stress, saúde integral, consciência positiva e meditação. Coordenou no Brasil projetos internacionais em conexão com a O.N.U. - "Um Milhão de Minutos de Paz", "Cooperação Global para um Mundo Melhor" e "Partilhando Valores para um Mundo Melhor”. 

Como foi o início do trabalho da Brahma Kumaris?
O mundo passava por grandes transformações. Na Índia, um bem sucedido joalheiro dedicou sua vida a resgatar valores humanos espirituais e essenciais, isso como resposta às necessidades daquele período turbulento, que incluía rever o papel da mulher na família e na sociedade, inspirar uma conexão com Deus que fosse mais universal e não dependente de gurus e adoração de imagens, e acesso à espiritualidade sem a obrigação de pagar taxas e lucros financeiros, pois ele via que as religiões e instituições transformavam a espiritualidade num negócio lucrativo. Era o ano de 1937 na Índia. No início da década de 50, esta filosofia de vida começou a se espalhar para várias partes da Índia e, no início da década de 70, para o mundo todo. Hoje são 8500 escolas em 110 países. 

Quantas pessoas freqüentam ou são integradas à Brahma Kumaris no Brasil? 
Entre os membros regulares e que são os pilares da organização, contamos com cerca de 500 pessoas dedicadas. Entre os membros freqüentadores e que cooperam de diversas maneiras no serviço espiritual, contamos com milhares. Fica impossível dizer com precisão...

Como são reunidos os autores e artistas que têm suas obras publicadas pela BK? 
Todos os autores e artistas são membros da organização e compartilham dos mesmos valores espirituais. Há também critérios práticos de qualidade para aceitarmos produzir uma obra, mesmo dos membros. 

Quais são os objetivos da organização? 
Resgatar os valores espirituais humanos, acreditando que nossa essência espiritual é plena, pura e pacifica. E o método para isso é composto de quatro aspectos que são o conhecimento espiritual, a prática da meditação, a aplicação de virtudes na vida prática e o serviço espiritual. 

Sempre aplicando práticas de yoga? 
A filosofia seguida pela Organização Brahma Kumaris é chamada de Raja Yoga. Implica o entendimento de que somos seres espirituais, almas, que usam o corpo como veículo de expressão e manifestação. Nossa forma de meditação sugere a concentração na forma de Deus como um Ser Universal e Supremo de luz e qualidades positivas. Nossa vida prática implica seguirmos uma conduta onde a não- violência e a superação das negatividades é a linha mestra, e uma atitude de servir e cooperar com a humanidade e o mundo à nossa volta para restabelecer sua ordem e equilíbrio. 

Qual a importância da espiritualidade para o ser humano? 
Total. Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana. 

Uma pessoa pode ser feliz sem explorar seu lado espiritual? 
Se considerarmos a verdadeira felicidade, independente de satisfações materiais ou sensoriais temporárias, não é possível. Felicidade é um atributo da alma, assim, para experimentá-la em sua plenitude temos que estar alinhados com a nossa essência espiritual. 

Como desenvolver a espiritualidade? 
Para explorarmos nossa espiritualidade temos que conhecer e experimentar nossa essência espiritual, a alma, e as leis espirituais que estão por trás da vida, das relações humanas, dos ganhos e das perdas, e que explicam como as coisas funcionam no campo do espírito humano. 

Qual o papel da meditação na vida do praticante? 
A meditação começa com o autoconhecimento e a contemplação das nossas qualidades eternas. Isso facilita o aflorar das nossas virtudes intrínsecas. Em segundo lugar, a meditação nos ensina a sermos hóspedes neste mundo e o beneficio disso é a atitude de desapego e maior objetividade ao lidar com as situações, melhorando nossa qualidade de vida. Em terceiro lugar, a meditação como ensinada pela linha do Raja Yoga nos conecta com a Fonte de Energia e Poder divinos, o que acelera nossa transformação e melhoria interior.

Por Diego Bravo,
Estiloazul

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

RESENHA | Orquestra Imperial


Orquestra Imperial

Carnaval Só Ano Que Vem (Som Livre; 2007) 


De strip-tease em Porto Rico a ereção na gafieira

Quando as coisas começam a ficar complicadas demais, é melhor juntar os amigos pra tocar um samba. Sem grandes preocupações. A coisa flui e todo mundo se diverte fazendo versões inusitadas de tudo quanto é tipo de música. Novos encontros e o time vai aumentando. O pessoal que fica sabendo quer ver a banda tocar. Ainda mais quando é formada por músicos de currículo. E o bom nome dessas caras faz com que, pelo menos, as músicas sejam ouvidas para ver do que se trata. Foi algo assim que aconteceu com a carioca Orquestra Imperial e seu primeiro disco, Carnaval só ano que vem.

Falei com um amigo – adorador de música, estudante e professor de história - sobre este lançamento e ele disse que ainda não ouviu, mas já assistiu à Orquestra em especiais na TV. “Não é um monte de gente da classe média tocando samba antigo?”. Respondi que talvez nem todos, mas uma grande parte da banda é sim. “Você acha que quem é de classe média não pode tocar samba?”, perguntei. “Ah, meu! (com seu jeitão da Mooca) eu acho que samba de raiz não!”. Tá certo que ele foi radical demais, só que não vai ser dessa vez que eu vou conseguir desmentir esse pensamento.

A música Imperial tem influência clara do samba de gafieira, mas é feita para quem gosta e para quem não gosta de samba. Na verdade, esse talvez seja o mérito verdadeiro desta bandona - são, ao todo, 19 músicos. Há entre seus integrantes o produtor Berna Ceppas, Rubinho Jacobina (autor do sucesso “Dr. Sabe Tudo”), Nelson Jacobina, Rodrigo Amarante, Thalma de Freitas, Pedro Sá, Kassin, o lendário baterista Wilson das Neves etc. A lista é longa. Apesar do gosto por sons antigos, estes músicos são bem ligados nas novidades. Dois deles, Berna e Rubinho, estão ali para comandar teclados e efeitos eletrônicos.

Outro ponto que demonstra o estilo moderninho-retrô é a parte estética. Além de folhear o encarte do disco, vale a pena dar uns cliques no site oficial (www.orquestraimperial.com.br) que é bem bonito. Lá tem um mini-perfil de todos os integrantes, poupando-nos de prestar esse serviço na resenha e tornando-a quilométrica. No link "shows" do site, há um arquivo desatualizado com as apresentações que a banda já fez e alguns vídeos – entre eles, um com a música "Amélia" na voz de Seu Jorge, ex-imperial que ajudou a repercutir o nome da banda. Seu Jorge largou porque aquilo para ele era um projeto paralelo, e quando a carreira oficial chamou, atendeu a ela.

Orquestra Imperial não é mesmo o único projeto de ninguém ali. E isto contribuiu para a formação do estilo livre, com brincadeiras. Se não fosse este clima, talvez ninguém cantasse refrões com a palavra "ereção" (Ereção) ou letras com trocadilhos fáceis como “Ela rebola pra lá. Ela rebola pra cá. Mas pra mim bola ela não dá. Ela rebola pra cá. Ela rebola pra lá. Mas pra mim eu sei que ela dará” (Ela Rebola, de Nelson Jacobina e Jorge Mautner).

O grande número de pessoas envolvidas exerceu também influências de cunho prático sobre o disco. Passaram-se cinco anos para que a gravação acontecesse – o que fez merecer um repertório de inéditas e não só com as versões que vinham tocando – e, quando aconteceu, não demorou mais de 15 dias. Tudo foi feito ao vivo em estúdio. Também, imagine a dificuldade que seria organizar gravações individuais com cada um dos músicos. Ouvir o disco com essa informação na cabeça faz a gente no mínimo apreciar a qualidade da banda. Percussões e arranjos bem feitos e precisos, tudo captado de uma só vez.

Por que não curtir ao som da gafieira pop da Orquestra Imperial enquanto o carnaval não vem? E quando chegar não vai fazer a menor diferença, porque não vai trazer nada melhor para o samba brasileiro do que este disco de inverno.

Publicado em:
http://www.tonelada.org/conteudo/index.php?op=ViewArticle&articleId=683&blogId=1

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terça-feira, 19 de maio de 2009

PROMOCIONAL | Dia das Crianças

Mailing promocional desenvolvido para digulgar ofertas do Dia das Crianças 2008 oferecidas pelo site Estilo Azul. Material enviado a lista de e-mails da loja virtual.

Clique sobre a figura para ampliar.

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RELEASE | Myatan (lançamento em CD)



Myatan - Dreams of Gods and Men
 

Além de reafirmar a alta qualidade do heavy metal produzido no Brasil, o novo CD do Myatan, Dreams of Gods and Men, destaca-se e coloca a banda definitivamente entre os grandes nomes do gênero. Neste lançamento, o grupo voltou amadurecido mostrando sua capacidade criativa ao incorporar elementos do rock progressivo e de sons experimentais.  

Dreams of Gods and Men é o segundo álbum do Myatan que teve sua estréia em 1999 quando produziu Into the Last Skyline Beyond the Sun. Neste intervalo de tempo, os músicos ganharam experiência com apresentações ao vivo. Entre elas, o show de abertura para banda americana de metal progressivo Symphony X, no final de 2000. 

Ao iniciar a gravação do novo disco, o Myatan decidiu dar total atenção ao trabalho, o que se refletiu em arranjos minuciosos, na bem resolvida escolha de timbres e na variedade sonora das composições. Foram meses de estúdio até que as 12 faixas atingissem a qualidade esperada pela banda. 

Para outras etapas da produção foram buscados nomes de referência. James Mason, que já trabalhou com Korn, Supertramp, entre outras bandas, foi o responsável pela masterização. A capa é obra do artista americano J.K. Potter, que já criou imagens para Gezzer Butler (Black Sabbath), Dream Theater, etc. 

O resultado alcançado pelo empenho dos músicos vai agradar ao fã mais exigente. Longe de ser um simples disco, Dreams of Gods and Menapresenta uma enorme capacidade de envolver o ouvinte com músicas intensas e repletas, ao mesmo tempo, de peso e sutilezas.

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CARTAZ & RELEASE | Strange Music no Centro Cultural S. Paulo

MÚSICA ESTRANHA NO CCSP por Strange Music.
O grupo experimental Strange Music apresenta sua mistura de música eletrônica, rock alternativo e soul no Centro Cultural São Paulo, dia 15 de janeiro de 2009. A apresentação faz parte do "Quinta Quase na Faixa", projeto do CCSP para promover shows a apenas um real; e do "Sonoridade Máxima", que busca dar visibilidade a artistas independentes.

Abrindo mão de uma bateria convencional, a Strange Music produz as batidas em um computador. As linhas eletrônicas são a base para as guitarras, teclados, e algumas vozes - a maioria dos sons são instrumentais. O trio formado por Bruno Guerra, Diego Bravo e Juliano Domingues reveza-se nos instrumentos e nas programações eletrônicas.

Formada em Bauru no início de 2006 por Guerra e Bravo, a banda lançou o primeiro disco, "For Ordinary People", no mesmo ano, calcado no rock alternativo. Em 2007 já como um trio, a Strange Music gravou o "Moonrise", incorporando a pegada da Black Music. Ambos os álbuns foram lançados de forma independente. Além das músicas dos dois discos e do EP "Estranhos em Wonderland", do final de 2006, serão apresentadas no show alguns novos sons que a banda está produzinho.

A Strange Music esteve no Centro Cultural São Paulo no início de 2008 para participar da gravação do programa "Alta Fidelidade" (ouça), transmitido em junho pela web-rádio do CCSP. O "Alta Fidelidade" enfoca a música instrumental brasileira e já apresentou artistas como Hurtmold, Feijão de Corda, Bocato, entre muitos outros.

SERVIÇO
Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, ligado à estação Vergueiro do Metrô
Data: 15/01/2008
Horário: 19h
Preço: R$1,00

CCSP
3383 – 3402
www.centrocultural.sp.gov.br

Strange Music
projetostrangemusic@gmail.com 
myspace.com/musicaestranha 


PUBLICAÇÃO DO JORNAL METRÔ NEWS
MetroNews 15.01.2009 por Strange Music

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